Para garantir um ambiente de desenvolvimento local idêntico à produção, a arquitetura exige o isolamento de serviços. O arquivo docker-compose.yml foi estruturado para separar a aplicação em dois containers: um para o banco de dados MySQL 8.0 e outro para a imagem oficial do WordPress, mapeando a pasta raiz do projeto via volumes.

O maior desafio da clonagem é a migração dos arquivos estáticos. Tentar transferir a pasta wp-content/uploads/ (que contém milhares de variações de imagens geradas pelo WordPress) via FTP resulta em falhas silenciosas de rede, corrompendo o layout local.

A Solução de Arquitetura (A Tática do ZIP):

  1. Acesso direto ao cPanel (Gerenciador de Arquivos).
  2. Compactação nativa da pasta uploads no servidor, gerando um arquivo .zip único e sólido.
  3. Download via HTTP/FTP e extração direta no volume local do Docker.

Além disso, ao espelhar uma hospedagem compartilhada, “fantasmas” vêm junto. Identificamos e neutralizamos injeções de código nativas da provedora (bloatware) desativando os diretórios dentro de mu-plugins e renomeando pastas de onboarding como _extendify. O resultado é um núcleo WordPress limpo, rodando apenas o necessário.


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